Cratera destrói parte da BR-174 e interdita trecho entre Manaus e Boa Vista

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Parte da pista cedeu após fortes chuvas no Amazonas; tráfego funciona no sistema Pare e Siga na altura do km 162. Uma cratera abriu e destruiu parte da BR-174, rodovia que liga Manaus a Boa Vista, provocando a interdição parcial de um trecho da estrada no Amazonas. O caso ocorreu no sábado (23), no quilômetro 162 da rodovia, nas proximidades da região conhecida como “ladeira Maria Ceará”. Segundo motoristas que trafegam pelo local, parte da pista cedeu após as fortes chuvas registradas nos últimos dias na região. O trecho opera parcialmente interditado nesta segunda-feira (25). A Polícia Rodoviária Federal controla o fluxo de veículos por meio do sistema Pare e Siga, utilizando o lado da pista que não foi atingido. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes informou que equipes técnicas já iniciaram o levantamento para definir as medidas de recuperação da via. Ainda não há previsão para liberação total do trecho. Em nota, o órgão informou que a área foi sinalizada e segue monitorada. “Técnicos da autarquia estão avaliando a situação e ainda não há previsão para a liberação total do trecho. O local está sinalizado, alertando para a situação. E tão logo seja detectado o que provocou o dano no pavimento os serviços de recuperação da pista serão iniciados”, informou o Dnit. A BR-174 é a principal ligação terrestre entre Roraima e o Amazonas e concentra o fluxo de passageiros, cargas e abastecimento entre os dois estados.

Dois passageiros são presos por contrabando de medicamentos no aeroporto de Boa Vista

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Suspeitos transportavam medicamentos e substâncias com características de anabolizantes e produtos para emagrecimento. Dois homens foram presos pela Polícia Federal no Aeroporto Internacional de Boa Vista suspeitos de contrabando de medicamentos. Eles transportavam medicamentos e substâncias com características de anabolizantes, hormônios e produtos para emagrecimento. A informação foi divulgada na noite deste domingo (24). A ação ocorreu durante uma fiscalização de rotina, na madrugada de sábado. Segundo a PF, alguns produtos apresentavam indícios de origem internacional, com rótulos em língua estrangeira. Os suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados ao sistema prisional. Eles poderão responder pelo crime de contrabando, a entrada no Brasil de mercadorias proibidas no país. A pena pode chegar a cinco anos de prisão.

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Alexandre de Moraes inocenta Romero Jucá em investigação da Lava Jato Ex-senador disse que decisão comprovou sua inocência, mas lamentou que demora na conclusão do processo prejudicou sua imagem pública O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou uma investigação da Operação Lava Jato que implicava o ex-senador e atual presidente estadual do MDB, Romero Jucá. Divulgada pela assessoria do parlamentar, a decisão de sexta-feira (22) atendeu manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que concluiu pela falta de provas e de justa causa para seguir com a apuração. Em nota à imprensa, Jucá disse que a decisão comprovou a própria inocência. Por outro lado, ele lamentou a demora na conclusão do processo, o que causou um prejuízo “irreparável” para a sua imagem pública. O caso O processo analisava acusações surgidas a partir de delações de executivos da Odebrecht (atual Novonor) relacionadas à tramitação de uma resolução de 2012 do Senado Federal. Segundo a PGR, as informações apresentadas pelos delatores não foram confirmadas por provas independentes ao longo das investigações. Na decisão, o STF afirma que não foram identificados nenhum elemento capaz de comprovar recebimento de vantagem indevida (propina), movimentações financeiras suspeitas, registros bancários incompatíveis ou qualquer evidência material que sustentasse as acusações contra Romero Jucá. O parecer da PGR destacou ainda que a atuação do então senador ocorreu dentro das atribuições parlamentares. Ao acolher o pedido de arquivamento, Alexandre de Moraes ressaltou que a continuidade de investigações sem indícios mínimos de crime representa constrangimento indevido aos investigados.